Criticas Pokémons!

Pokémon não apenas recebeu elogios, mas também críticas ruins e contestações quanto a alguns aspectos. Um deles é o design da Jynx
original que tinha a pele preta. Muitas pessoas diziam que era um tipo
de racismo contido nos jogos, sendo criticado pela revista Black World
Today dizendo que era uma ofensa às crianças, logo após o especial Holiday Hi-Jynx
ir ao ar, na época do Natal. Em resposta à crítica, a Nintendo decidiu
mudar a cor do Pokémon, alterando sua cara de preta para roxa. Pokémon é
seriamente criticado por racismo. Até mesmo Brock, que tem uma pele
mais escura no anime, teve de ter sua pele um pouco mais clara nos
jogos.
Muitas igrejas evangélicas dos Estados Unidos
(mas também de outros países como Brasil) acreditam que Pokémon é uma
série satânica, embora o tema religião nunca tenha sido mencionado na
série. As "conexões" mais comuns que essas comunidades apresentam entre
Pokémon e o satanismo são:
Pokémon seriam demônios, são capturados e invocados para fazer o mal.
As Insígnias de Ginásio seriam talismãs mágicos que servem para controlá-los.
Pedras mágicas (as Pedras Pokémon, usadas para evoluir Pokémon como o Pikachu e o Eevee) tornariam os Pokémon ainda mais demoníacos.
Alguns Pokémon, como Murkrow e Darkrai, representam bruxas, fantasmas e demônios.
As Insígnias de Ginásio seriam talismãs mágicos que servem para controlá-los.
Pedras mágicas (as Pedras Pokémon, usadas para evoluir Pokémon como o Pikachu e o Eevee) tornariam os Pokémon ainda mais demoníacos.
Alguns Pokémon, como Murkrow e Darkrai, representam bruxas, fantasmas e demônios.
Mas não são apenas igrejas evangélicas que criticam a série. Judeus criticam o TCG
por usar a suástica em algumas cartas. O Papa João Paulo II também já
criticou Pokémon, alegando que viola a Criação segundo a Gênesis, mas em
um pronunciamento em 2000, alegou que Pokémon seria apenas fruto de uma "imaginação fértil" e que não haveria problema em sua existência
e ainda aprovou a série. Outra crítica quanto à religião foi no México,
onde um padre planejou uma queima de vários objetos da série, mas
desistiu.
Pokémon também
recebe críticas relativas aos maus tratos de animais. O mecanismo
principal da série, as batalhas, são comparadas com brigas de galo.
Dessa maneira, treinadores capturariam e fariam os Pokémon batalharem
até a morte. Outros também dizem que isso encoraja as crianças a fazerem
crueldades com os animais e a apostarem ilegalmente. O uso de Pokémon
para batalhas até a morte é malvisto na série, tanto que apenas os
vilões, como as Equipes Rocket, Magma, Aqua e Galactic se baseiam nesse
princípio e sempre são interrompidos pelos heróis. A mecânica do jogo se
baseia na competição entre treinadores, mas sem o massacre de um
Pokémon sobre outro. Tanto que nas batalhas, a vitória dada pela morte
do adversário é proibida. Em alguns momentos, pensaram em proibir
produtos da série em vários países incluindo Brasil, o que não mais
acontecerá.
Há, ainda, a acusação de
Pokémon não ser original e sim uma cópia do anime Plawres Sanshiro, de
1983. Enquanto em Pokémon os monstrinhos de bolso batalham, no anime
Plawres Sanshiro são robôs capturados e usados para batalhar. Um caso
semelhante, mas a favor de Pokémon, ocorreu na China, onde o mascote de
um campeonato de futebol foi criticado como plágio do personagem
Jirachi.
O anime de Pokémon sempre
foi considerado muito cheio de clichês. Exemplos disso são o constante
tema da Equipe Rocket, as sempre frustradas tentativas de captura de
Pikachu por métodos sempre falhos e também a ingenuidade de Ash em
relação ao mundo Pokémon, e muitos consideram esse como o motivo de o
anime ter afastado vários fãs da série. O anime nunca foi aprovado por
muitos pais e foi considerado "difícil" de assistir.
Influências Pokémon!

Pokémon também tem várias influências culturais, sendo considerada uma marca na cultura pop. A começar pela conhecida Febre Pokémon,
que "invadiu" o mundo no final da década de 90, quando Pikachu e seus
amigos invadiram não apenas os videogames e a televisão, mas também
várias lojas de brinquedos e várias crianças compravam produtos com a
marca da série. Pokémon é considerada a ponte cultural entre o Ocidente e
o Japão quando se fala em video games, conquistando tantos fãs quanto
no país de origem. Após alguns anos, perto do lançamento de Pokémon Ruby & Sapphire,
a febre havia acabado. Embora os jogos de Pokémon ainda vendessem
milhões de cópias, os produtos desapareceram e muitos dos fãs que
Pokémon havia conquistado desinteressaram-se pela série.
Pikachu
já apareceu duas vezes na Parada de Dia de Ação de Graças da empresa
Macy's, uma loja de departamentos dos Estados Unidos. Pokémon também
teve Boeings estilizados, milhares de itens de merchandising por causa da Febre Pokémon, dois parques temáticos, um em Nagoya, no Japão e outro em Taipei,
em Taiwan, várias lojas especializadas em Pokémon, denominadas Pokémon
Centers, pelo mundo, principalmente no Japão, além de ser capa da Time Magazine em 1999.
Pokémon também virou um espetáculo musical chamado Pokémon Live! encenado na Broadway,
surgido no final de 2000 nos Estados Unidos e baseado no anime, mas com
algumas diferenças. Aparentemente seria um sucesso e estava indo rumo à
Europa em 2002, mas por motivos desconhecidos, foi cancelado.
Influências Em Programas!
Também aparecem referências em diversos programas. Em Os Simpsons,
há uma sátira ao episódio do Porygon, que levou mais de 600 crianças
japonesas aos hospitais, onde Homer e a família têm tonturas ao ver um
desenho semelhante. Pokémon também apareceu em alguns dos episódios do
seriado Frango Robô. Em um deles, Pikachu e Squirtle conversam na língua Pokémon até Squirtle ficar nervoso e começar a falar palavras xulas. Em O que Há de Novo, Scooby Doo?, um episódio faz alusão aos Pokémon ao apresentar monstrinhos chamados Osomon numa feira de tecnologia simulada em realidade virtual, vivenciada pela personagem Velma.
0 comentários:
Postar um comentário